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Publicação semestral da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas (FBTC)

Vol. 6 nº 2 - Jul. / Dez.  de 2010

DOI: 10.5935/1808-5687.20100016

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Páginas 83 a 95

A relação entre tabagismo e habilidades sociais: uma revisão da literatura

Relationship between smoking behavior and social skills: a literature review

Autores: Regina de Cássia Rondina

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Palavras-Chave: Tabagismo, habilidades sociais, cognitivo- comportamental

Keywords: Smoking behavior, social skills, cognitive behavioral

Resumo:
A literatura sugere associação entre consumo e dependência de drogas e o repertório de habilidades sociais do indivíduo. Contudo, ainda há relativamente poucos trabalhos enfocando, especificamente, a relação entre tabagismo e habilidades sociais. Além disso, ainda há escassez de estudos brasileiros sobre o assunto. Este trabalho apresenta uma revisão da literatura sobre tabagismo e habilidades sociais, destacando os alicerces teóricos que fundamentam as pesquisas, bem como os principais dados obtidos até o momento. Um dos temas mais investigados é a relação entre assertividade e tabagismo. Supõe-se que a falta de assertividade e, em especial, a habilidade de recusa à oferta de drogas e / ou pressão dos pares para o consumo possa ser fator de risco para iniciação do tabagismo, principalmente em adolescentes. Contudo, a bibliografia nesse sentido ainda é controversa. Novos estudos no sentido de elucidar essas associações, poderiam contribuir com programas de prevenção e intervenção para consumo de tabaco, que utilizem o treino em habilidades sociais como estratégia.

Abstract:
The literature suggests an association between drug use and addiction and the repertoire of social skills of the individual. However, there are still relatively few studies focusing specifically on the relationship between smoking and social skills. Moreover, Brazilian studies on the subject are scarce. This paper presents a review of the literature about smoking and social skills, emphasizing the theoretical underpinning research, as well as the main data obtained so far. One of the most investigated issues is the relationship between assertiveness and smoking. It is assumed that the lack of assertiveness and in particular the ability to refuse the supply of drugs and / or peer pressure to consumption can be a risk factor for smoking initiation, especially in adolescents. However, the literature on this issue is still controversial. It is assumed that further studies to elucidate these associations could contribute to prevention programs and intervention for tobacco use, using social skills training as a strategy.

INTRODUÇÃO

Há evidência de que o repertório de habilidades sociais do indivíduo é relacionado a aspectos como saúde física e mental, qualidade de vida, sucesso profissional, realização pessoal, além de aspectos relacionados ao desenvolvimento humano, em diferentes fases do ciclo de vida (Del Prette & Del Prette, 2001; Caballo, 2005; Furtado, Falcone & Clark, 2003). Assim sendo, o estudo científico das habilidades sociais vem se tornando foco de interesse crescente entre terapeutas, educadores, executivos, empresários e público em geral (Del Prette & Del Prette, 2001; Caballo, 2005). O termo "competência social" refere-se ao desempenho manifesto pelo indivíduo em situações de interação social. O nível de competência social de alguém exprime-se pelo seu desempenho ou pelo comportamento apresentado, em termos de sua funcionalidade / coerência com os pensamentos e sentimentos do indivíduo (Del Prette & Del Prette, 2001). Por outro lado, entende-se por habilidades sociais, "aquelas classes de comportamento existentes no repertório do indivíduo que compõem um comportamento socialmente competente" (Del Prette & Del Prette, 2001, p.8).

As dimensões comportamentais mais abrangentes ou básicas que compõem as habilidades sociais são: fazer elogios, aceitar elogios, fazer pedidos, expressar amor, agrado e afeto, iniciar e manter conversações, defender os próprios direitos, recusar pedidos, expressar opiniões pessoais, inclusive desacordo, expressar incômodo, desagrado ou enfado justificados, pedir a mudança de conduta do outro, desculpar-se ou admitir ignorância, enfrentar as críticas (Caballo, 2005). O processo de avaliação / atribuição de competência social a um determinado desempenho requer uma série de critérios, como a consecução dos objetivos de uma situação de interação social, a manutenção ou melhora da relação com o interlocutor, a manutenção ou melhora da autoestima, o respeito e a defesa dos direitos humanos básicos, além da busca de equilíbrio nas relações interpessoais (Del Prette & Del Prette, 2001).

Os déficits em habilidades sociais podem estar associados, de alguma forma, a numerosos problemas emocionais e comportamentais em diferentes etapas do ciclo de vida, tais como desajustamento e evasão escolar, problemas com autoconceito, delinqüência juvenil, fraco aproveitamento acadêmico, surgimento e/ou evolução de transtornos psiquiátricos, crises conjugais e desordens emocionais variadas, iniciação do consumo e/ou dependência de substâncias psicoativas, dificuldades e conflitos nas relações interpessoais, pior qualidade de vida e diversos tipos de transtornos psicológicos como a timidez, o isolamento social, o suicídio, entre outros problemas (Caballo, 2002; Cia & Barham, 2009; Fonseca & Rondina, 2009; Murta, 2005; Caballo, 2005; Del Prette & Del Prette, 2001; Furtado, Falcone & Clark, 2003).

Déficits de aquisição resultam tanto da ausência de conhecimento sobre como desempenhar uma dada habilidade social, como da inabilidade de apresentar sequências de comportamentos sociais; ou ainda, dificuldade em conhecer qual habilidade social é apropriada em situações específicas. Por outro lado, déficits de desempenho podem ser definidos como uma falha no desempenho de uma determinada habilidade social, mesmo quando se sabe como desempenhá-la (Del Prette & Del Prette, 2009).

A bibliografia recente vem enfatizando o estudo da associação entre déficits em habilidades sociais e o aparecimento e / ou a evolução de quadros psicopatológicos como esquizofrenia, depressão, transtornos de ansiedade, transtornos emocionais na infância e adolescência, transtornos de personalidade, transtornos afetivos, transtornos invasivos, como autismo, abuso e dependência de substâncias psicoativas, entre outros ( Caballo, 2005; Murta, 2005; Wagner & Oliveira, 2007; Wagner & Oliveira, 2009; Cia & Barham, 2009; Fonseca & Rondina, 2009; Cunha etal. 2007; Furtado, Falcone & Clark, 2003). Há um número crescente de estudos destinados a investigar, especificamente, a relação entre déficits em habilidades sociais e transtornos relacionados ao abuso e / ou dependência de substâncias psicoativas em geral: (...) os déficits em habilidade social estão não somente associados às principais formas de psicopatologia, mas também com outros comportamentos disfuncionais, como problemas sexuais, abuso de álcool, consumo de drogas e mau funcionamento do casal (Caballo, 2005, p. 316).

Diferentes hipóteses são apresentadas sobre a natureza da associação entre transtornos relacionados a substâncias psicoativas e problemas / dificuldades no âmbito interpessoal:

No caso especifico de transtornos por uso de substâncias, os chamados déficits em habilidades sociais podem estar presentes sobre a forma de baixa competência social e dificuldades específicas, como enfrentamento de situações de risco à auto estima e resolução de problemas. Essas dificuldades levam o jovem a uma fuga, via uso de substâncias, as quais ocasionam ainda mais perturbações em seu desempenho social, além de que a pressão do grupo de pares pelo uso da droga exige um comportamento assertivo de saber recusar. Dessa forma, é possível afirmar que problemas em diferentes áreas do funcionamento diário do indivíduo são fortemente relacionados ao consumo de álcool e outras drogas entre os jovens (...) na prática clínica, constata-se que muitos indivíduos acabam buscando no uso de substâncias psicoativas uma forma de se tornarem mais sociáveis e com melhor capacidade de interação com seus pares (Wagner & Oliveira, 2007, p.103).

(...) O abuso de álcool nos indivíduos com déficits nesta área serviria como ferramenta para enfrentar as interações sociais e diminuir a tensão por elas gerada, já que faltam aos alcoolistas, principalmente, as habilidades necessárias para lidar com situações de conflito. É provável, portanto, que o álcool seja consumido, em circunstâncias diversas, como maneira de enfrentamento para situações sociais ansiogênicas (Cunha et al.2007, p.33).


A maioria dos trabalhos sobre o assunto parte do pressuposto de que é necessário identificar fatores de risco e de proteção contra a iniciação do consumo de substâncias e/ou desenvolvimento da dependência, com a finalidade de desenvolver estratégias de prevenção e intervenção para o problema. Supõe-se que déficits em habilidades sociais específicas possam se constituir, de alguma forma, em fatores de risco para o problema. Por outro lado, a aquisição de determinadas habilidades sociais poderia se traduzir em fator de proteção contra iniciação do consumo e/ou desenvolvimento de transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas (De Pinho & Oliva, 2007; Wagner & Oliveira, 2007; Cunha et al. 2007; Caballo, 2005; Murta, 2005). Especialistas sugerem que o trabalho nesse sentido pode envolver, por exemplo, a construção de habilidades sociais como enfrentamento, resistência ao oferecimento de drogas, auto-eficácia, comportamento assertivo, além do estímulo à capacidade de tomada de decisões, entre outros aspectos (Wagner & Oliveira, 2009; Wagner & Oliveira, 2007; De Pinho & Oliva, 2007; Cunha etal. 2007; Pereira & Moreira, 2000).

Contudo, em comparação a trabalhos sobre consumo de álcool e outras substâncias, ainda há escassez de estudos específicos sobre a relação entre habilidades sociais e consumo de tabaco / dependência nicotínica. É possível que a identificação de déficits em habilidades específicas, contribua também com o estabelecimento de programas de prevenção e/ou intervenção para o comportamento de fumar tabaco, que tenham como componente o treino em habilidades sociais como estratégia (De Pinho & Oliva, 2007; Santiaga et al. 2004; Rodrigues, 2008).

Um estudo brasileiro recente buscou preliminarmente conhecer a relação entre habilidades sociais e a condição de ser fumante, não fumante ou ex-fumante. A hipótese desse estudo foi a de que os ex-fumantes seriam mais habilidosos socialmente. No trabalho citado, embora a diferença encontrada não tenha sido significativa, as habilidades sociais se mostraram mais elaboradas entre os ex-fumantes, em comparação a fumantes (De Pinho & Oliva, 2007).

Assim sendo, este trabalho consiste em uma revisão da literatura sobre o assunto. A meta central consiste em descrever alicerces teóricos das pesquisas sobre relação entre habilidades sociais e consumo de tabaco e /ou dependência nicotínica, bem como os principais resultados obtidos até o momento em estudos sobre a referida associação. Não será apresentada uma revisão sistemática, e sim uma descrição narrativa sobre os principais resultados encontrados.


DESENVOLVIMENTO

O consumo de drogas, em geral, parece estar relacionado a repertório diminuído de habilidades sociais - seria como um meio para enfrentar pressões externas, tendo portanto, uma natureza instrumental (Caballo, 2005; Rodrigues, 2008). A falta de destreza em situações sociais variadas pode ser fator predisponente para o comportamento de fumar tabaco. O indivíduo pode fumar, por exemplo, na tentativa de manejar sentimentos de impotência ou falta de habilidades em ocasiões de interação interpessoal. Supõe-se que o tabagismo seja utilizado como recurso de enfrentamento (De Pinho e Oliva, 2007; Shiffman et. al.1993; Rodrigues, 2008).

Estudos de revisão sobre tabagismo e habilidades sociais revelam que a literatura contém, principalmente, trabalhos envolvendo temas como fatores de risco para iniciação do consumo, a relação entre habilidades sociais diversas e tabagismo, assertividade em recusar o cigarro e o tratamento envolvendo o treinamento de habilidades sociais (Rodrigues, 2008).

Um dos principais temas investigados por pesquisadores é a relação entre tabagismo e assertividade. A assertividade é considerada uma das dimensões centrais das habilidades sociais (Almanza & Pillon, 2004; Furtado, Falcone & Clark, 2003). Entende-se por assertividade, a capacidade de expressar o que se pensa, crê e sente, de maneira direta e clara e em momento oportuno. Essa dimensão contempla a conduta interpessoal, que implica a expressão direta dos próprios sentimentos e a defesa dos próprios pontos de vista, sem negar os dos outros. A assertividade é definida, portanto, como a capacidade de colocar limites de mante-los; trata-se de um estilo de comportamento que permite atuar pensando no próprio bem estar, exercendo seus próprios direitos e respeitando os direitos dos outros (Almanza & Pillon, 2004; Rodrigues, 2008; Caballo, 2005).

O pressuposto é o de que a falta dessa habilidade, especialmente em adolescentes, dificultaria o comportamento de recusa às drogas em geral, tornando-se um fator de risco para a iniciação do tabagismo e / ou alcoolismo (Almanza & Pillon, 2004; Rodrigues, 2008; Suelves and Sánchez-Turet, 2001).

O desejo de ser aceito pelo grupo de pares é fundamental, principalmente durante a adolescência. A maioria dos estudos publicados até o momento foi efetuada com adolescentes. Tem-se a hipótese que adolescentes com alta assertividade tenham maior eficácia em recusar a oferta de drogas, dentre elas o tabaco. Parte-se da premissa de que programas de natureza preventiva, que incluem o THS, poderiam atuar no sentido de preparar os adolescentes para que consigam identificar em que momento estão sendo pressionados pelo grupo, bem como desenvolver atitudes de recusa às drogas em geral. (Almanza & Pillon, 2004; Rodrigues, 2008).

Contudo, os resultados das pesquisas ainda sugerem controvérsias nesse sentido. Em alguns estudos, adolescentes com baixa assertividade apresentaram maior probabilidade de serem tabagistas (Nichols, et al. 2006; Epstein, et al. 2000). Por outro lado, o trabalho de Carvajal (2000) revelou que adolescentes com alta assertividade apresentaram maior probabilidade de serem fumantes. No trabalho de Suelves, Sanches and Turet (2001), não foi encontrada associação entre tabagismo e esse fator. Por outro lado, no estudo citado, os autores ressaltam que foi encontrada associação positiva entre o fator "agressividade" e tabagismo (Suelves and Sanches-Turet 2001).

Especialistas ressaltam ainda a importância de investigar as associações entre tabagismo e uma gama de aspectos específicos, como grau de auto-estima, auto-eficácia percebida e habilidades de enfrentamento. Supõe-se que essas características poderiam atuar como fatores de proteção contra o consumo de drogas em geral (Rodrigues et al. 2008; Almanza & Pillon, 2004; Pereira & Moreira, 2000; Donato, 2009; Mundim & Bueno, 2006; Maldonado et al. 2008). Parte-se também da premissa de que programas de intervenção para o uso de drogas em geral, poderiam se beneficiar da utilização de técnicas de promoção dessas habilidades (Pereira & Moreira, 2000).

A noção mais aceita no cenário científico contemporâneo é a de que a iniciação do tabagismo e / ou a dependência nicotínica seja influenciada por um conjunto integrado de variáveis de natureza diversa, como fatores genéticos, neurobiológicos, psicossociais e culturais. Além disso, já existe forte evidência de associação entre tabagismo / dependência nicotínica e determinadas características psicológicas, além de transtornos psiquiátricos como depressão maior, esquizofrenia e alguns quadros de ansiedade (Rondina, 2004, 2005, 2007).

Atualmente, se considera que os transtornos psicológicos só podem ser entendidos em uma dimensão multidimensional e integrada, ou biopsicossociocultural (Barlow e Durand, 2008). Um dos principais fatores que contribuem para o aparecimento e /ou evolução dos transtornos psicológicos, e dentre eles os transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas, é o estresse (Holmes, 2001; Barlow & Durand , 2008). É interessante notar que já existem evidências de associação entre estresse e habilidades sociais (Furtado, Falcone & Clark, 2003; Lipp, 1996). Um estudo brasileiro sobre o assunto revelou associação, embora os resultados denotem diferença entre os sexos e ainda não seja comprovada uma relação causal entre os dois aspectos (Furtado, Falcone & Clark, 2003).

Assim sendo, é possível supor que os déficits em habilidades sociais sejam um dos fatores relacionados ao aparecimento de estresse e que concomitantemente, tais déficits predisponham o individuo ao consumo de drogas. Contudo, a literatura sugere a necessidade de mais estudos, no sentido de confirmar essas associações, bem como elucidar sua natureza. Considerando a estreita associação entre déficits em habilidades sociais e quadros psicopatológicos, anteriormente mencionada, é possível afirmar que o assunto é intrincado e complexo. É de se supor que fatores como características de personalidade, repertório de habilidades sociais, presença de eventos estressores, quadros psicopatológicos diversos, consumo e dependência nicotínica estejam fortemente entrelaçados de alguma forma. Torna-se necessário desenvolver novos estudos sobre o assunto, no sentido de subsidiar a elaboração e aperfeiçoamento de estratégias de prevenção e / ou tratamento para tabagismo.


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Programas de treinamento em habilidades sociais são utilizados para diminuir fatores de risco à saúde, incrementar fatores de proteção ao desenvolvimento humano, tratar problemas já existentes e reduzir as conseqüências de déficits graves em habilidades sociais em portadores de condições crônicas, em diferentes contextos (Cunha, et al. 2007; Murta, 2005). Os programas de treinamento efetuados até o presente momento, se pautam em referenciais teóricos diversificados, como as teorias de natureza humanista, sistêmica, cognitiva e comportamental (Murta, 2005; Del Prette & Del Prette, 2009). Contudo, o maior aporte teórico disponível até o presente momento refere-se, principalmente, a teorias e técnicas em abordagem cognitivo-comportamental (Murta, 2005); sendo que o treinamento em habilidades sociais é um dos componentes da maioria dos programas de tratamento da dependência nicotínica, em abordagem cognitivo-comportamental (Almanza & Pillon, 2004; Mundin & Bueno, 2006; Donato, 2009).


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Doutora em Psicologia, pela Universidade de São Paulo (USP/RP). Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (UNESP, Marília). Departamento. de Psicologia e Educação.

Endereço para correspondencia:
Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho. (UNESP, Marília) Departamento de Psicologia
Av. Hygino Muzzi Filho, n737
CEP:17525-900
rcassiar@terra.com.br

Nota sobre a autora: Docente do Departamento de Psicologia e Educação da Universidade Estadual Paulista Julio Mesquita Filho (UNESP, Marília). Psicóloga Clínica, Doutora em Psicologia pela USP/RP Coordenadora do programa de extensão em assistência psicológica ao acadêmico da Universidade Estadual Paulista Julio Mesquita Filho (UNESP, Marília).
 
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